segunda-feira, 17 de maio de 2010

DIGITAIS URBANAS

Como moro no interior de Santo Anmtônio da Patrulha, duas Digitais Urbanas (as da minha casa) estão localizadas em Miraguaia.
Para localizá-las, veja no endereço do mapa das Digitais Urbanas:
http://picasaweb.google.com.br/lh/albumMap?uname=cristinagilmedeiros&aid=5459024911718814481#map

Para ver como foram feitas as Digitais Urbanas, basta confirir no endereço do álbum das Digitais Urbanas:
http://picasaweb.google.com/cristinagilmedeiros/Filmes#5459409919030322674

terça-feira, 6 de abril de 2010

PRENSAUTO

IMAGENS DA CRIAÇÃO DO PRENSAUTO

DEPOIMENTO REFLEXIVO

Fazer o meu prensauto foi uma tarefa diferente que me trouxe novos aprendizados.
O objeto que usei: “um apontador com lápis estilizado”, significa simbolicamente que sou uma educadora comprometida com a educação de meus alunos. Com lápis escrevemos e descrevemos o mundo em que vivemos.
O outro pode perceber o significado que este objeto tem para mim à medida que, com meus passos, “pés”, vou em busca da educação de qualidade.
Meus objetivos artísticos anteriores a este prensauto eram um pouco limitados, agora surge em despertar maior para inovações que favorece a aprendizagem na escola.
Diante de meu prensauto, faria uma curadoria com o tema: “Pés que falam” com exposição de prensautos também da turma que trabalho, onde todos teriam oportunidade de, através de sua criatividade, expressar sua arte e sentimentos.
Acredito que o outro perceberá meu prensauto com sensibilidade, porque quando se faz algo com dedicação e significado, a aprendizagem torna-se atraente.
Os resultados obtidos ultrapassaram meus objetivos iniciais, porque a realização e concretização do prensauto deram “asas” a novas maneiras de desenvolver o meu conhecimento e o conhecimento do aluno.

sábado, 20 de março de 2010

PERFIL DA DISCIPLINA PROCESSOS E LINGUAGENS TRIMENSIONAIS

Sou Izabel Cristina, professora e amante da educação. Através do Curso de Artes Visuais pretendo conquistar cada vez conhecimentos que enriqueçam a minha ação pedagógica. As barreiras "virtuais" estão sendo vencidas a cada dia. As experiências com cada disciplina cursada são suportes para uma caminhada nova, rica em inovações e conhecimentos que tornam o agir docente atrativo e interessante. As expectativas desde que iniciei o curso, volta-se para um aperfeiçoar, para um fazer diferente na escola, onde a tecnologia é uma aliada, uma ferramenta que, se desenvolvida com qualidade, proporciona uma aprendizagem significayiva e contextualizada.

Nicho Poiético

Através da Disciplina Processos e Linguagens Trimensionais, no curso de Artes Visuais da UFRGS, temos como proposta de trabalho: Registrar o cotidiano afetivo, social, urbano, artístico e institucional. Para tanto, elementos que poderão ser utilizados na produção artística futura, formam o meu Nicho Peiético como demonstra a foto acima.
Escolhi estes objetos porque fazem parte do meu dia a dia. Meu óculos é um grande parceiro que possibilita ler com clareza todos os escritos. O Chimarrão porque me aproxima dos amigos, marido e parentes. O Batom e os brincos faz-me sentir mulher com auto estima alta,Tesoura e Apontador de lápis estilizado porque são ferramentas da ação pedagógica que me remete a educação. Joaninha simbolizando com seu colorido a beleza da natureza e Nossa Senhora das Graças, porque é protetora de minha família, muitas vezes é minha confidente e transmite-me segurança nesta caminhada desafiadora do curso de Artes Visuias à distância.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O MUNDO DIGITAL




Estamos no século 21 e o progresso digital não pára de crescer. As mudanças no mundo são bruscas, num dinamismo veloz e a tecnologia possui importância ímpar.

Ser um cidadão atualizado e evoluído requer desacomadação, conhecimento e manuseio dos aparelhos tecnológicos. Ficar parado no tempo e ver as mudanças acontecerem é estar fora da realidade, “desligado” de tudo e de todos, em uma acomodação absurda. É como estar “fora do ar”, “fora de órbita”. Nossa sociedade, o mundo é digital. A tecnologia faz parte de nossa comunicação independendo de escolarização, de renda mensal, cor, raça ...

O homem não para de progredir e a tecnologia o ajuda a solucionar muitos de seus problemas: encurta distâncias, permite acesso ao banco, possibilita fazer compras, ler notícias ...

Com o avanço tecnológico cresce a necessidade da inclusão digital na educação brasileira, na sociedade como um todo.

Para que acompanhemos tamanha evolução, faz-se necessário que haja investimentos na educação. Há promessas de computadores e banda larga para todas as escolas públicas brasileiras até 2010. Resta-nos a esperança e a expectativa de que, além de computadores e banda larga, haja um grande e significativo investimento também nos professores, preparando-os para através destes instrumentos, orientar o pensamento de nossos alunos, sendo facilitadores de novas e evoluídas a aprendizagens, não estando mais a escola aquém do mundo digital.

PESQUISA ESCOLAR



A Pesquisa Escolar em nossas escolas públicas ou privadas, muito tem deixado a “desejar”.
O que ainda vemos em algumas escolas são cópias de livros ou da internet. É preciso que nós, professores, procuremos meios para despertar no aluno o gosto pela pesquisa. Em primeiro lugar a escolha e delimitação do assunto tem que ter significado, sentido para o aluno. Tendo o assunto definido é preciso desenvolver competências como: * ler para apropriar-se do sentido e mensagem do texto,; pensar refletindo, analisando, sintetizando, estabelecendo relações, criticando; escrever - criando novo texto sobre o(s) texto(s) lidos.
Professor motivado motiva os alunos e alunos tem mais gosto por tarefas e atividades na escola, quando esta vem de encontro aos seus interesses. Motivá-los com metodologias diversificadas e atuais, com o uso da tecnologia digital, é uma grande ferramenta de aprendizagem que pode ser utilizada na Pesquisa Escolar.
*Extraído dos slides de Conceição Bitencourt Neves, na disciplina de Instrumentalização para Acesso à Informação, do Curso de Artes Visuais da UFRGS

sábado, 8 de agosto de 2009

Filmes: O Sorriso de Mpnalisa e Entre os Muros da Escola

“O SORRISO DE MONALISA”


O filme, “O sorriso de Monalisa”, retrata as dificuldades encontradas por todos aqueles que se opõem as regras já estabelecidas.
A professora do filme foi lecionar em um colégio tradicional e conservador, onde as meninas internas preparavam-se somente para o casamento, numa época em que tudo era padronizado, respondendo ao ideal social dos anos 50, pós-guerra. Neste colégio o que prevalecia era a preparação para ser mãe e excelente esposa. Vemos uma professora que busca e favorece a mudança na concepção pedagógica desenvolvida nesse colégio. Com atitudes inovadoras, a professora proporciona a suas alunas à construção do seu conhecimento artístico, provocando transformações desse conhecimento.
Ao tentar dar sua primeira aula, a professora, deparou-se com uma turma que só decorava o que estava na apostila da escola, apenas “viam” a obra de arte. Com as mudanças desafiadoras da professora, as alunas passaram a analisar as obras de arte e retratarem-nas a suas vidas, a imagem de suas vidas, usando-se de emoção e sensibilidade, através de uma aprendizagem significativa, com capacidade de fazer releitura de obras de arte. Aprendem que a apreciação de uma obra de arte não é a mesma coisa que gosto. O gosto é individual, é de cada pessoa e que todo o tipo de arte pode ser apreciado.
A intenção da professora era conseguir fazer a ligação da vida das alunas com as imagens. Era preciso saber analisar, não adiantava somente saber tudo o que estava escrito sobre as obras de arte.
Ao assistir o filme, percebemos que os padrões que estão envolvidos na apreciação das obras de Leonardo da Vinci e Jackson Pollock são de tempos diferentes. As obras de Leonardo da Vinci são figurativas, quase fotográfica, carregadas de um estudo matemático, tem organização triangular ... Temos que levar em conta a época. A análise das obras dos dois artistas é diferente: uma tem símbolos, conhecimentos(cristão, por exemplo) e é preciso um conhecimento de cultura(no caso, de Leonardo da Vinci), a outra(Jackson Pollock), não é preciso conhecimento de cultura, contexto da época que o artista viveu , saber o porque da época (ele tirou a tela do cavalete e jogou tinta na tela).
O filme ''O Sorriso de Monalisa'' leva-nos a uma reflexão crítica sobre o nosso ''ser professor'' no contexto atual. Nos proporciona uma reflexão sobre o nosso papel no processo ensino aprendizagem. Com o filme, nos conscientizamos que devemos promover e problematizar a discussão entre e com os alunos, levando-os a refletir sobre os conteúdos estudados. Relacionar os conteúdos com a vida dos alunos, partindo dos seus interesses e necessidades, torna-nos um professor do contexto atual com aulas atraentes e desafiadoras.



“ENTRE OS MUROS DA ESCOLA”



O filme “Entre os muros da escola”, faz uma abordagem diferente da estrutura de “filmes de professor” até então usada. Está focado nas múltiplas culturas e relações entre as pessoas.
Retrata uma sala de aula composta de alunos de etnias, classes sociais e gostos diferentes e como eles e o professor, que é visto como autoridade, se relacionam. No primeiro dia de aula os alunos são apresentados com rótulos pré estabelecidos para os professores novos na escola.
O professor François tenta ser um pouco mais que apenas o mestre, provocando uma cumplicidade e respeito dos alunos ao se aproximar deles e propor a tarefa do autorretrato. Tenta romper as barreiras que distanciam o professor dos alunos e se dá conta que tem como conseqüência conflitos e desentendimentos, mostrando-nos que o relacionamento em sala de aula é complicado.
Através do autorretrato, François demonstra que é importante trazer para a sala de aula o como é a vida daqueles adolescentes e como suas experiências implicam na aprendizagem. Seus alunos no entanto, parecem ter auto estima baixa. François procura usar métodos de aprendizagem que estimule o conhecimento do aluno e não apenas dar ou tirar pontos, passar lição.
Percebemos que as dificuldades encontradas na educação vão além dos mares e oceanos.
A realidade de nossas escolas brasileiras muito se parecem com o filme no sentido da clientela também apresentar certa heterogeneidade, famílias desestruturadas, onde os alunos não tem mais limites, com poucos valores, demonstrando desinteresse e desmotivação. Na verdade, ainda temos muitos e muitos professores que não procuram fazer como François, aproximar-se dos alunos e contextualizar suas aulas para serem atraentes e significativas.
O filme não nos trás uma moral pronta e não nos é oferecido conclusões imediatas. Mas, proporciona a nós professores, pais, alunos e instituição, uma reflexão para juntos pensarmos sobre a diversidade e como lidar com ela no nosso dia-a-dia de educador, no mundo da tecnologia, procurando encontrar um caminho que possa resgatar à escola o sentido esperado por todos nós: uma escola aberta, desafiadora, contextualizada, que proporciona a humanização, o despertar para o conhecimento, para o questionamento ... enfim uma escola boa para todos.